domingo, 24 de fevereiro de 2019
A história da construção da Barca do Tamarindeiro - Santa Maria da Vitória - Bahia
Se você é de Santa Maria da Vitória, tem alguma história para contar na sombra do Tamarindeiro do Rio Corrente. Você sabia que a barca foi construída para proteger à árvore centenária. Confira o documentário produzido por Matutar Notícias sobre esse patrimônio histórico e cultural de nossa cidade.
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Raimundo Neto, radialista
Anos atrás, exatamente no dia do meu aniversário, 24 de outubro, recebi um áudio da poesia “A doce química do seu olhar volátil”, do amigo R...
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Dias atrás, ao visitar minhas memórias afetivas mais remotas, guardadas nos escaninhos atemporais, deparei-me como o início dos anos de 1970...
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Às vezes, a vida nos surpreende tão imponderavelmente que nem mesmo o mais invulnerado coração pode prever e prevenir-se de algo que não des...
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Nesta crônica, publicada em 1992, no Jornal O Posseiro, de Santa Maria da Vitória (BA), rememoro momentos marcantes do Campeonato de Futebol...
udo o que eu vejo agora, é o seu retrato na capa do livro
ResponderExcluirAve Corrente, escrito pelo grande poeta Novais.
Memórias trazendo lágrimas que me deixam sem abrigo,
Assombrando-me, a saudade do tempo que não volta mais.
Relembro-me de como tu eras um monumento frondoso,
Imponente, majestoso, guardião das águas do Corrente.
Nunca me saiu da boca o azedo doce do seu fruto delicioso!
Deus! Como posso chorar o passado, se tenho que sorrir em frente!
Eu passei grande parte da minha infância, cheio de alegrias.
Infelizmente, o hoje ,afasta – me mais e mais,do tempo de criança.
Reconforto-me nos versos do poeta, nas suas saudosas poesias
Onde o velho Tamarindeiro, será sempre uma doce lembrança!
Por Joãozinho de Dona Rosa
Você poderá ver a foto do tamarindeiro
na página do poeta Novais Neto ,neste sítio
Tudo o que eu vejo agora, é o seu retrato na capa do livro
ResponderExcluirAve Corrente, escrito pelo grande poeta Novais.
Memórias trazendo lágrimas que me deixam sem abrigo,
Assombrando-me, a saudade do tempo que não volta mais.
Relembro-me de como tu eras um monumento frondoso,
Imponente, majestoso, guardião das águas do Corrente.
Nunca me saiu da boca o azedo doce do seu fruto delicioso!
Deus! Como posso chorar o passado, se tenho que sorrir em frente!
Eu passei grande parte da minha infância, cheio de alegrias.
Infelizmente, o hoje ,afasta – me mais e mais,do tempo de criança.
Reconforto-me nos versos do poeta, nas suas saudosas poesias
Onde o velho Tamarindeiro, será sempre uma doce lembrança!
Por Joãozinho de Dona Rosa
Você poderá ver a foto do tamarindeiro
na página do poeta Novais Neto ,neste sítio